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Cigarro eletrônico: como usar, riscos e benefícios

Os vaporizadores podem ser uma novidade no Brasil, porém, lá fora, já conquistaram boa parte do público, inclusive, ajudando muita gente a largar o cigarro convencional. A nova forma de fumar não solta fumaças fedidas, não deixa mal-hálito, não te obriga a fumar um cigarro inteiro, não deixa aquele cheiro ruim nas roupas e, o melhor, reduz consideravelmente os danos à saúde. Afinal, como usar cigarro eletrônico?

Olhando por todos esses pontos, os vapes parecem ser uma excelente alternativa aos fumantes tradicionais e uma forma muito mais prazerosa para dar umas tragadas por aí, concorda? Porém, é sempre bom entender bem como funciona esse mundo dos cigarros eletrônicos e, especialmente, ficar ligado nos principais fatores que os diferenciam do tabaco convencional.

Sendo assim, bora direto às dicas!

Em primeiro lugar, cigarro eletrônico não faz mal?

Vamos com calma! Afinal, essa é sempre a primeira dúvida que vem na cabeça do fumante, mas é bom entender alguns fatores essenciais. Em primeiro lugar, saiba que o ato de fumar sempre trará riscos a nossa saúde. Porém, indiscutivelmente, os cigarros eletrônicos reduzem os danos e nem dá pra se comparar aos cigarros convencionais de papel — com pólvora — e tabaco.

Outro lance interessante é que os juices (e-liquid), ou seja, a substância líquida que produz os vapores dentro do cigarro eletrônico, muitos deles não contêm nicotina, que é a principal causadora da dependência.

Fora isso, vale acrescentar que você elimina o papel e a carburação do tabaco, também bem nocivas ao organismo. Por fim, em termos de comparação, um cigarro convencional tem, em média, mais de 4 mil substâncias em sua composição, enquanto os juices contam, no máximo, 4.

Ou seja, não é que os cigarros eletrônicos não façam mal à saúde, mas o fato é que reduzem esses riscos de uma forma brutal e, cá entre nós, com sabor e mais estilo.

E quais os riscos do cigarro eletrônico?

Ainda não há estudos concretos e amplos sobre os reais malefícios do cigarro eletrônico. Por outro lado, cientistas e especialistas acreditam que o uso prolongado da substância pode gerar problemas aos pulmões, estômago e bexiga, assim como quaisquer outras ingeridas com exagero.

Em um teste laboratorial realizado pela Public Health England (PHE), pesquisadores colocaram dois recipientes com algodões e depositaram a fumaça do cigarro convencional e o vapor do cigarro eletrônico em cada um deles. O resultado foi que, em pouco tempo, o vidro que recebeu as substâncias por combustão se apresentava escuro, sujo e pegajoso, enquanto o segundo não destoava muito do aspecto original.

A verdade que ainda é cedo para a comunidade científica apontar os reais riscos do cigarro eletrônico, o que ninguém nega de não existir. Além disso, vale destacar que, quase sempre, quando se associa malefícios à saúde aos vapes, considera-se também o uso da nicotina nos juices, o que não é uma obrigatoriedade. É possível vaporizar sem essa substância maléfica e, com isso, os riscos passam a ser ainda menores.

Por fim, as polêmicas, sugestões embasadas e a própria pressão da indústria do tabaco parecem ser muito maiores nesse momento do que qualquer malefício real.

E quais os benefícios do cigarro eletrônico?

Há diversas vantagens que os cigarros eletrônicos têm em relação ao tabaco. Entre elas, podemos destacar fatores de economia pessoal, estéticos e de saúde. Para entender melhor, fizemos uma pequena lista de benefícios abaixo. Confira!

  • o rendimento pode ser muito mais do que o com cigarros tradicionais, o que acarreta uma economia de dinheiro;
  • o cigarro eletrônico é muito mais convencional e prático, não precisando, por exemplo, fumar a mesma quantidade que um cigarro completo. Você pode, simplesmente, sair para dar um único trago e guardar o aparelho;
  • não deixa cheiro ruim e mau hálito;
  • não produz fumaças fedidas e nem maléficas às outras pessoas;
  • é mais moderno, prático e elegante;
  • não requer papéis, folhas, ervas e carburações, o que reduz trabalhos e riscos à saúde.

E como usar cigarro eletrônico?

A seguir, para aqueles vapers que estão começando ou pretendem iniciar no mundo da vaporização, preparamos um breve passo a passo de como usar cigarro eletrônico, já que muitos podem encontrar dificuldades para se adaptar no início. Então, vamos lá!

  • o primeiro passo é escolher o aparelho entre os diversos modelos existentes;
  • depois, carregue a bateria numa tomada ou plug USB;
  • escolha os melhores juices e aromas de sua preferência, sempre considerando a composição das substâncias, em especial, para quem não quer incluir a nicotina nessa prática;
  • carregado, desenrosque a tampa do tanque e preenche com o juice escolhido;
  • feche bem a tampa e está pronto para o uso;
  • há aparelhos com ou sem botão. No primeiro caso, basta inalar para produzir o vapor, enquanto os outros aparelhos precisam da ativação, segurando e soltando o botão.

O produto é legalizado no Brasil?

Teoricamente, o cigarro eletrônico está proibido de ser comercializado no Brasil, porém, na prática, o cenário é outro. Na verdade, essa proibição se deu em 2009, quando o Ministério da Saúde, ainda sem base em provas científicas, preferiu dificultar a disseminação da prática no país.

No entanto, a realidade é bem diferente. É possível comprar tantos os aparelhos e acessórios, como os juices em lojas online e, inclusive, encontrar fabricantes nacionais totalmente aptos a produzir os e-liquids.

O mesmo vale para o ato de vaporizar em ambientes públicos. As regras seguem as mesmas que as do cigarro convencional, não podendo ser praticado em ambientes fechados. Não há nenhum tipo de criminalização e punição prevista para a prática.

O cigarro eletrônico deixa mal cheiro?

Já destacamos essa vantagem ao longo do texto, porém, vale reforçá-la, especialmente, quando se compara ao cigarro convencional. Bem diferente da fumaça de combustão, o vapor dos e-cigarros são como verdadeiras essências, já que os juices têm aromas e sabores agradáveis.

Além disso, mesmo que sejam agradáveis, os cheiros não impregnam como o tabaco, nem nas roupas e muito menos na boca do praticante. Vale destacar que os juices sem nicotina prezam ainda mais pelos sabores e aromas diferenciados, o que proporciona uma sensação única e suave, tanto para o vaper, como para as pessoas próximas.

Enfim, essas sãos algumas dicas de como usar cigarro eletrônico, além de uma série de esclarecimentos e questões que envolvem a prática de vaporização. Esperamos que suas dúvidas tenham sido sanadas e que, se você pretende iniciar a prática, saiba que esse sempre será um canal de muito informação útil e, claro, de sugestões das melhores essências do mercado nacional.

Por isso, não deixe de conferir o nosso catálogo completo e já escolher os melhores juices sem nicotina para vapes de alta qualidade e com menos riscos à sua saúde.

4 replies on “Cigarro eletrônico: como usar, riscos e benefícios”

Faltou falar tb que, para escolher o vape, precisa-se saber o tipo de tragada que mais agradará o usuário e, a partir daí, o melhor pod ou mod

Boa Danylo. Obrigado pelo comentário! Realmente é muito importante. Primeiro saber se o usuário preferirá DL (direto para o pulmão) ou MTL (da boca para o pulmão). Na minha opinião, para tirar o cigarro de vez da vida de um tabagista, indicaria Pod System e juices com nicsalt. Assim, o tabagista pode se acostumar melhor nesse início, com uma tragada que já está acostumado. Se pegar o jeito e se acostumar, tentar migrar para o DL usando freebase de até uns 6mg. Prometo elaborar um tópico específico para este tema. Vlw man. Abraço. Bom vapor aí

Adorei essas informações ! Quero substituir o cigarro convencional algo que me incomodava bastante, mas não queria perder o prazer de fazer uma fumacinha kkk! Mas ficava sempre preocupada com minha saúde fora que ficar fedida não dá né ! Vou comprar na certa ! Obrigada pelas informações foram ótimas pra mim !

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